BLUES ETÍLICOS

Caio Lopes Produtora traz a Pelotas uma
das maiores bandas de blues do Brasil na turnê de
lançamento do CD VIVA MUDDY WATERS

DIA 19 DE JULHO

THEATRO SETE DE ABRIL

21 HS

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VIVA MUDDY WATERS


Completando 20 anos na estrada, o Blues Etílicos vem a Porto Alegre lançar seu décimo cd “Viva Muddy Waters” com show no SALÃO DE ATOS DA REITORIA DA UFRGS, dia 22 de Julho, às 20 horas.

Com dez CDs lançados, é a banda de blues brasileira a mais tempo em atividade e com as maiores vendagens de discos no segmento. Com praticamente a mesma formação desde 1987, à exceção da entrada do baterista Pedro Strasser em 1994 e da participação do vocalista Vasco Faé entre 2003 e 2005, a banda manteve sua carreira ininterrupta realizando mais de 1.500 apresentações em todo Brasil e grande parte da América do Sul. Participou de todos os festivais de blues que aconteceram no país, abrindo shows para B. B. King, Buddy Guy, Robert Cray, Magic Slim, Sugar Blue e muitos outros. Atualmente está em turnê de lançamento de seu recente álbum, Viva Muddy Waters, pelo selo Delira Blues. O álbum é um tributo ao bluesman que mais influenciou a banda. São 9 canções do repertório do mestre, entre elas Walking Blues e I Can’t Be Satisfied, além de uma inédita que Charlie Musselwhite entregou para a banda gravar. No show, além das músicas do novo disco, os grandes clássicos da banda, como “Canceriano sem lar”, “Dente de Ouro” e “Louco da Cidade”

O quinteto é formado por Greg Wilson nos vocais e guitarra, Flávio Guimarães na gaita e vocais, Otávio Rocha na guitarra, Pedro Strasser na bateria e Cláudio Bedran no baixo.

COMENTÁRIOS

“Tristeza e alegria, pecado e religiosidade e sobretudo um clima de festa é o que me toma no blues. O Blues Etílicos tem o poder de injetar essa música em nossas veias. É uma degustação cheia de energia e prazer.” PAULO MOURA

“O Blues Etílicos manda um pé na porta de qualquer mesmice ou reducionismo que procure encurralar seu trabalho no beco sem saída de um território musical riquíssimo, o blues.” FAUSTO FAWCETT

“A característica maior do blues do grupo é um forte sotaque roqueiro “mainstream”, tipo anos 70. Guardadas as devidas proporções, é possível equiparar, na forma, o som do BE ao do Allman Brothers: crossover de blues e rock compacto e vibrante, cheio de virtuosismos individuais. A grande vantagem de uma banda como o Blues Etílicos é que, não tendo um músico virtuoso ou egocêntrico o suficiente para encobrir os outros, o som sai enxuto, denso, vibrante, vital.” AÍRTON SELIGMAN

“Se o samba é o blues brasileiro, o blues é o rock verdadeiro. Conheci o Blues Etílicos há 15 anos atrás, já blues e já etílicos. Depois de um tempo sem muito contato eles me convidaram para um “canja”e pude sentir a mesma atmosfera química somada à estrada. The rock is rolling.” MOSKA

“O som que o Blues Etílicos mostrou no show de lançamento do disco Dente de Ouro parece ter sido de um imaginário delta do Rio São Francisco. Por mais que a apresentação tenha privilegiado elementos característicos do ritmo americano, mostrou ainda mais personalidade nas músicas brasileiras, que apontam um caminho que será inevitavelmente seguido pelo grupo.”
Jornal do Brasil , 11/5/96. EDMUNDO BARREIROS

“Há oito anos na estrada, sempre fiel ao gênero, este disco confirma o Blues Etílicos como o melhor grupo de blues do Brasil.” O Globo, 19/4/94. ANTONIO CARLOS MIGUEL


“Etílicos e Buddy Guy, a noite pega fogo em Ribeirão. Quinteto carioca e o norte-americano Buddy Guy abriram em grande estilo e animação o Festival de Ribeirão Preto. Com seu suingue entre a tradição bluesística e o funkrock, o Blues Etílicos contagiou de imediato as cerca de 3.500 pessoas que dançaram, aparentemente até mais animadas que na apresentação de Buddy Guy.”
Estado de São Paulo. 16/6/89. LAURO LISBOA GARCIA.


“O Blues Etílicos vem provando, com suas atuações, que o blues com sotaque nacional dispões de instrumentistas com brilho próprio.” VEJA , 14/6/89.

“Já tinha ouvido falar do Blues Etílicos e um dia dei com eles abrindo para o Barão Vermelho no Circo Voador e achei o maior barato. O blues é a música mais fácil e mais difícil de tocar ao mesmo tempo, se o músico não tiver o feeling certo para colocar nas cordas vocais ou metálicas e nos couros da bateria. O Blues Etílicos tem esse feeling e levou uma platéia ao delírio durante hora e meia sem uma música conhecida e sem tocar no rádio.”
“Blues na Veia” – Jornal do Brasil , 1988. JAMARI FRANÇA


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