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VIVA MUDDY WATERS
Completando 20 anos na estrada, o Blues Etílicos
vem a Porto Alegre lançar seu décimo cd
“Viva Muddy Waters” com show no SALÃO
DE ATOS DA REITORIA DA UFRGS, dia 22 de Julho, às
20 horas.
Com dez CDs lançados, é a banda de blues
brasileira a mais tempo em atividade e com as maiores
vendagens de discos no segmento. Com praticamente a
mesma formação desde 1987, à exceção
da entrada do baterista Pedro Strasser em 1994 e da
participação do vocalista Vasco Faé
entre 2003 e 2005, a banda manteve sua carreira ininterrupta
realizando mais de 1.500 apresentações
em todo Brasil e grande parte da América do Sul.
Participou de todos os festivais de blues que aconteceram
no país, abrindo shows para B. B. King, Buddy
Guy, Robert Cray, Magic Slim, Sugar Blue e muitos outros.
Atualmente está em turnê de lançamento
de seu recente álbum, Viva Muddy Waters, pelo
selo Delira Blues. O álbum é um tributo
ao bluesman que mais influenciou a banda. São
9 canções do repertório do mestre,
entre elas Walking Blues e I Can’t Be Satisfied,
além de uma inédita que Charlie Musselwhite
entregou para a banda gravar. No show, além das
músicas do novo disco, os grandes clássicos
da banda, como “Canceriano sem lar”, “Dente
de Ouro” e “Louco da Cidade”
O quinteto é formado por Greg Wilson nos vocais
e guitarra, Flávio Guimarães na gaita
e vocais, Otávio Rocha na guitarra, Pedro Strasser
na bateria e Cláudio Bedran no baixo.
COMENTÁRIOS
“Tristeza e alegria, pecado e religiosidade e
sobretudo um clima de festa é o que me toma no
blues. O Blues Etílicos tem o poder de injetar
essa música em nossas veias. É uma degustação
cheia de energia e prazer.” PAULO
MOURA
“O Blues Etílicos manda um pé na
porta de qualquer mesmice ou reducionismo que procure
encurralar seu trabalho no beco sem saída de
um território musical riquíssimo, o blues.”
FAUSTO FAWCETT
“A característica maior do blues do grupo
é um forte sotaque roqueiro “mainstream”,
tipo anos 70. Guardadas as devidas proporções,
é possível equiparar, na forma, o som
do BE ao do Allman Brothers: crossover de blues e rock
compacto e vibrante, cheio de virtuosismos individuais.
A grande vantagem de uma banda como o Blues Etílicos
é que, não tendo um músico virtuoso
ou egocêntrico o suficiente para encobrir os outros,
o som sai enxuto, denso, vibrante, vital.” AÍRTON
SELIGMAN
“Se o samba é o blues brasileiro, o blues
é o rock verdadeiro. Conheci o Blues Etílicos
há 15 anos atrás, já blues e já
etílicos. Depois de um tempo sem muito contato
eles me convidaram para um “canja”e pude
sentir a mesma atmosfera química somada à
estrada. The rock is rolling.” MOSKA
“O som que o Blues Etílicos mostrou no
show de lançamento do disco Dente de Ouro parece
ter sido de um imaginário delta do Rio São
Francisco. Por mais que a apresentação
tenha privilegiado elementos característicos
do ritmo americano, mostrou ainda mais personalidade
nas músicas brasileiras, que apontam um caminho
que será inevitavelmente seguido pelo grupo.”
Jornal do Brasil , 11/5/96. EDMUNDO
BARREIROS
“Há oito anos na estrada, sempre fiel
ao gênero, este disco confirma o Blues Etílicos
como o melhor grupo de blues do Brasil.” O Globo,
19/4/94. ANTONIO CARLOS MIGUEL
“Etílicos e Buddy Guy, a noite pega fogo
em Ribeirão. Quinteto carioca e o norte-americano
Buddy Guy abriram em grande estilo e animação
o Festival de Ribeirão Preto. Com seu suingue
entre a tradição bluesística e
o funkrock, o Blues Etílicos contagiou de imediato
as cerca de 3.500 pessoas que dançaram, aparentemente
até mais animadas que na apresentação
de Buddy Guy.”
Estado de São Paulo. 16/6/89. LAURO
LISBOA GARCIA.
“O Blues Etílicos vem provando, com suas
atuações, que o blues com sotaque nacional
dispões de instrumentistas com brilho próprio.”
VEJA , 14/6/89.
“Já tinha ouvido falar do Blues Etílicos
e um dia dei com eles abrindo para o Barão Vermelho
no Circo Voador e achei o maior barato. O blues é
a música mais fácil e mais difícil
de tocar ao mesmo tempo, se o músico não
tiver o feeling certo para colocar nas cordas vocais
ou metálicas e nos couros da bateria. O Blues
Etílicos tem esse feeling e levou uma platéia
ao delírio durante hora e meia sem uma música
conhecida e sem tocar no rádio.”
“Blues na Veia” – Jornal do Brasil
, 1988. JAMARI FRANÇA
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